Milka: Numerologia & Sustentabilidade Pessoal

sustentabilidade pessoalnumerologia interdimensional

19.1.09

Ruptura Osho

Todos nós atingimos ocasionalmente um ponto em que “bastante é o bastante”. Nesses momentos parece que precisamos fazer alguma coisa, qualquer coisa, ainda que mais tarde essa coisa se revele algum engano. Precisamos deixar de lado as cargas e restrições que nos estão limitando. Se não fazemos isso, elas ameaçam sufocar e neutralizar nossa própria energia vital. Se neste momento você está sentindo que o “bastante é o bastante”, aceite o risco de romper velhos padrões e limitações que têm impedido a sua energia fluir. Ao fazê-lo, você ficará surpreso com a vitalidade e com a energia que essa ruptura trará à sua vida.

 

Converter a derrocada em ruptura, eis toda a função de um meste. Um psicoterapeuta simplesmente põe remendos. Essa é sua função. Ele não está ali para transformá-lo. Você precisa de uma metapsicologia - a psicologia dos budas.

 

Sofrer uma derrocada conscientemente é a maior aventura da vida. É o maior risco, porque não há nenhuma garantia de que a derrocada se transformará em uma ruptura. Ela se transforma, mas essas coisas não podem ser garantidas. O caos em que você se encontra é muito antigo - por muitas vidas você tem estado no caos. Trata-se de um caos espesso e denso. É quase um universo em si mesmo. Portanto, quando você o desafia com sua capacidade limitada, é claro que há perigo, ninguém jamais se tornou integrado, ninguém jamais se tornou um indivíduo, indivisível.

 

O zen, a meditação, é o método que irá ajudá-lo a passar através do caos, pela noite escura da alma, com equilibrio, disciplina, alerta.

 

O alvorecer não está muito longe, mas antes que lhe seja possível alcançar o nascer do dia, a noite escura precisará ser atravessada. À medida que a alvorada for se aproximando, a noite se tornará ainda mais escura.

criado por mil.barsan    20:07 — Arquivado em: Numerologia Interdimensional, osho, sustentabilidade

12.10.08

Apenas feche a boca

"A boca é realmente muito, muito significativa, porque é onde a primeira atividade começou: seus lábios começaram a primeira atividade. Ao redor da área da boca está o princípio de toda actividade: você respirou, você chorou, você abocanhou os seios da mãe. E sua boca permanece sempre em plena atividade.

Sempre que você se acomoda para meditar, sempre que quiser ficar em silêncio, a primeira coisa é fechar a boca completamente. Se você fechar completamente a boca, a sua língua irá tocar o céu da sua boca; ambos os lábios estarão completamente fechados e a língua tocará o céu da boca. Feche-a totalmente; mas isso só pode ser feito se tiver seguido tudo que lhe tenho dito, não antes disso.

Você pode fazer isso; fechar a boca não é um esforço muito grande. Pode sentar-se como uma estátua, com a boca completamente fechada, mas isso não irá cessar a atividade. Bem lá dentro o pensar irá continuar e se o pensar continuar você pode sentir vibrações subtis nos lábios.

Outras pessoas podem não ser capazes de perceber isso porque elas são muito subtis, mas se você estiver pensando seus lábios tremem um pouco; um tremor muito subtil.

Quando realmente relaxa, esse tremor cessa. Você não está falando, você não está realizando qualquer atividade dentro de si. E assim, não pense.

O que irá fazer? - pensamentos estão indo e vindo. Deixe-os vir e ir; esse não é o problema. Você não se envolve; você permanece separado, à parte. Simplesmente os observa vindo e indo; eles não são seu problema. Feche a boca e permaneça em silêncio. Pouco a pouco, os pensamentos cessarão automaticamente.

Eles precisam da sua cooperação para estar lá. Se você cooperar, eles estarão lá; se você luta, assim também eles estarão presentes; porque ambas são cooperações: uma a favor, outra contra. Ambas são tipos de atividade. Simplesmente observe.

Mas fechar a boca ajuda muito. Então primeiro, como tenho observado muitas pessoas, vou lhe sugerir primeiro escancarar. Abra a sua boca tão escancaradamente quanto possível, deixe a sua boca tão tensa quanto possível e escancare-a totalmente; até começar a doer. Faça isso duas ou três vezes. Isso ajudará a boca a ficar fechada por um tempo mais longo.

E então por dois ou três minutos, diga gibberish, bobagens, em voz alta. Qualquer coisa que ocorra à mente, diga-o em alta voz e desfrute disso. Então cale a boca.

É mais fácil mover-se a partir do lado oposto. Se você quer relaxar a sua mão, é melhor primeiro torná-la tão tensa quanto possível. Aperte o punho e deixe-o ficar tão tenso quanto possível. Faça exatamente o oposto e então relaxe; e assim alcançará um relaxamento mais profundo do sistema nervoso.

Faça gestos, caretas, movimentos da face e distorções. Escancare a boca, diga bobagens por dois ou três minutos e então cale a boca.

Essa tensão lhe dará uma possibilidade mais profunda para relaxar os lábios e a boca. Feche a boca e seja apenas um observador. Logo um silêncio descerá sobre si.

Seja passivo; assim como você senta ao lado de um rio e o rio passa e simplesmente observa. Não há nenhuma ansiedade, nenhuma urgência, nenhuma emergência. Ninguém o está forçando. Mesmo se você perde, nada está perdido.

Você simplesmente observa, você apenas olha. Até mesmo a palavra observar não é boa, porque a própria palavra observar dá um sentido de estar ativo. Você simplesmente olha, não tendo que fazer nada. Você simplesmente senta à beira do rio, você olha, e o rio passa. Ou, você olha passivamente para o céu e as nuvens flutuam.

Essa passividade é essencial. Isso precisa ser compreendido devido a que a sua obsessão pela atividade pode se tornar avidez, pode se transformar numa espera ativa. Assim você perde todo o ponto; dessa forma, a actividade entrou novamente pela porta dos fundos. Seja um observador passivo.

Essa passividade irá automaticamente esvaziar a sua mente. As ondas de atividade, as ondas de energia da mente, pouco a pouco cederão, e toda a superfície da sua consciência ficará sem ondas, sem qualquer ondulação. Ela se torna como um espelho silencioso".

por Osho, Extraído de "Tantra: The Supreme Understanding"

criado por mil.barsan    21:33 — Arquivado em: osho

Amor

"O amor dá-lhe a substância ,o amor dá-lhe a integridade,o amor fá-lo centrar-se.Mas isso é apenas metade da jornada;a outra metade tem de ser completada com meditação,com consciência.

Contudo,o amor prpara-o para a outra metade.O amor é a metade inicial e a consciência é a metade final.Entre os dois,você alcança Deus.Entre o amor e a consciência,entre essas duas margens,corre o rio do ser.

Não evite o amor.Passe por ele,apesar de todos os seus sofrimentos.Sim,o amor faz doer,mas se você amar isso não tem importância.Na realidade,todos esses sofrimentos o fortalecem.Por vezes,o amor faz doer seriamente,terrívelmente,mas todas essas feridas são necessárias para o provocar,para o desafiar,para fazer com que você seja menos sonolento.Todas essas situações perigosas são necessárias para você ficar vigilante.O amor prepara o solo,e no solo do amor a semente da meditação pode crescer - mas´só no solo do amor.

Por isso,aqueles que fogem do mundo porque têm medo nunca atingirão a meditação.Poderão sentar-se nas grutas dos Himalaias durante vidas a fio,mas nunca alcançarão a meditação.Não é possível - não a ganharam.primeiro,ela tem de ser ganha no mundo;primeiro eles têm de preparar o solo.E é só o amor que prepara o solo.

daí que eu insista em que não renuncie ao mundo.Esteja nele,aceite os desafios,aceite os seus perigos,as suas dores e feridas.Atravesse-o.Não o evite,não tente descobrir um atalho,poi não existe nenhum.É uma luta,é árduo,é difícil subir a montanha,mas é assim que se chega ao cimo.

Tirado do livro de Osho com o título:
MATURIDADE a importância de ser autêntico

criado por mil.barsan    21:26 — Arquivado em: osho

O homem se viciou em coisas pequenas

Barbatana escreve "Certo homem estava muito doente. A doença era tão grave que ele sentia continuamente os olhos estourando e os ouvidos tinindo - o tempo todo. Aos poucos ele foi enlouquecendo, porque isso acontecia vinte e quatro horas por dia.

Ele não podia dormir, não podia trabalhar; então foi consultar os médicos.

Um médico lhe disse: "Remova o apêndice" - e o apêndice foi removido mas nada aconteceu. Outro surgiu: "Extraia todos os dentes", e todos os dentes foram extraídos. Nada aconteceu; o homem simplesmente ficou mais velho. Então alguém sugeriu que suas amídalas fossem removidas (há milhões de pessoas que querem sugerir coisas e, se você lhes der ouvidos, acabarão matando-o). Suas amídalas foram removidas e tudo continuou como antes. Então ele consultou o médico mais famoso, o mais conhecido.

O doutor deu o seguinte diagnóstico: "Não se pode fazer nada, porque a causa não pode ser encontrada. Você viverá no máximo mais seis meses. Preciso ser franco com você, porque tudo o que poderia ser feito já se fez. Não há mais nada a fazer".

O homem saiu do consultório e pensou: "Se eu só tenho seis meses de vida, então porque não vivê-los bem?" Ele era um miserável, nunca tinha vivido; então comprou um carro mais caro e mais moderno, a casa mais bonita, encomendou trinta ternos e mandou fazer camisas novas sob medida.

Foi ao alfaiate tirar suas medidas e este lhe disse: "Trinta e seis de punho e dezesseis de colarinho".O homem disse:" Não, quinze, eu sempre usei quinze"O alfaiate mediu outra vez e disse: "Dezesseis!" O homem disse: " Mas eu sempre usei quinze." O alfaiate disse: "Está bem, seja como você quiser, mas eu lhe digo: você ficará com os olhos estourando e os ouvidos tinindo". - essa era a razão de toda a sua doença!

Você não está perdendo o Divino por grandes causas. Não! Apenas um colarinho quinze - e os olhos não podem ver, porque estão estourando; e os ouvidos não podem ouvir, porque estão tinindo. A causa da doença do homem é simples, ele se viciou em coisas pequenas.

Livro: "A Semente de Mostarda - Vol. I" - Osho

criado por mil.barsan    21:19 — Arquivado em: osho, parabolas

10 Mandamentos de Osho

Em 1970 perguntaram a Osho pelos seus 10 mandamentos.

Esta foi sua resposta:

Você pergunta pelos meus dez mandamentos. Isso é muito difícil, porque eu sou contra qualquer tipo de mandamento. Todavia, só pela brincadeira, eu estabeleço o que se segue:

1. Não obedeça a ordens, exceto àquelas que venham de dentro.

2. O único Deus é a própria vida.

3. A verdade está dentro, não a procure em nenhum outro lugar.

4. O amor é a oração.

5. O vazio é a porta para a verdade, é o meio, o fim e a realização.

6. A vida é aqui e agora.

7. Viva completamente acordado.

8. Não nade, flutue.

9. Morra a cada momento para que você possa se renovar a cada momento.

10.Pare de buscar. O que é, é: pare e veja.

criado por mil.barsan    20:59 — Arquivado em: Etica/ Códigos, osho, sustentabilidade

Quem foi Osho ?

Desde sua infância, na Índia, estava claro que Osho não seguiria as convenções do mundo à sua volta. Passou os primeiros sete anos de sua vida com seus avós maternos, que lhe permitiram liberdade de ser ele mesmo, da qual poucas crianças desfrutam. Ele era uma criança solitária, preferindo passar longas horas sentado em silêncio ao lado de um lago, ou explorar as redondezas sozinho. A morte de seu avô materno, diz ele, teve um efeito profundo em sua vida interior, provocando-lhe uma determinação de descobrir o imortal da vida. Ao se juntar à crescente família de seus pais e entrar na escola, estava firmemente fundamentado na clareza e no senso de si mesmo, que lhe deram a coragem de desafiar todas as tentativas dos mais velhos de moldarem a sua vida.
Ele nunca fugia de controvérsias. Para Osho, a verdade não pode fazer concessões, pois assim deixa de ser verdade. E a verdade não é uma crença, mas uma experiência. Ele nunca pede às pessoas para acreditarem no que ele diz, mas, ao contrário, pede que experimentem e percebam por si mesmas se o que ele está dizendo é verdadeiro ou não. Ao mesmo tempo, ele é implacável ao encontrar meios e maneiras de revelar o que as crenças de fato são - meros consolos para amenizar nossas ansiedades frente ao desconhecido, e barreiras para o encontro de uma realidade misteriosa e inexplorada.

Após sua iluminação, aos vinte e um anos de idade, Osho completou seus estudos acadêmicos e passou vários anos ensinando filosofia na Universidade de Jabalpur. Enquanto isso, viajava pela Índia proferindo palestras, desafiando líderes religiosos ortodoxos, em debates públicos e encontrando pessoas de todas as posições sociais. Ele leu extensivamente tudo o que pôde encontrar para expandir sua compreensão dos sistemas de crença e da psicologia do homem contemporâneo.
No final da década de 60, Osho começou a desenvolver suas técnicas de meditação ativa. O ser humano moderno, ele disse, está tão sobrecarregado com as tradições antiquadas do passado e com as ansiedades da vida moderna, que precisa passar por um profundo processo de limpeza antes de poder descobrir o estado de meditação relaxado e sem pensamento.

Começou a conduzir campos de meditação por toda a Índia, proferindo discursos aos participantes e orientando pessoalmente meditações por ele desenvolvidas.
No início dos anos 70 os primeiros ocidentais começaram a ouvir falar de Osho, e juntaram-se ao crescente número de indianos que foram iniciados por ele no neo-sannyas. Em 1974, uma comuna estabeleceu-se à volta de Osho, em Puna, Índia, e logo os poucos visitantes do Ocidente tornaram-se bastante numerosos. Muitos eram terapeutas que se deparavam com as limitações das terapias ocidentais e que procuravam uma abordagem que pudesse alcançar e transformar as profundezas da psique humana. Osho os encorajou a contribuírem com suas habilidades à comuna e trabalhou intimamente com eles para desenvolverem suas terapias no contexto da meditação.
O problema com as terapias desenvolvidas no Ocidente, ele disse, é que elas estão limitadas a tentar tratar a mente, enquanto que o Oriente há muito compreendeu que a própria mente, ou melhor, nossa identificação com ela, é o problema. As terapias podem ser úteis - como os estágios catárticos das meditações que desenvolveu - para aliviar as pessoas de suas emoções e medos reprimidos, e para auxiliá-las a se perceberem mais claramente. Porém, a não ser que comecemos a nos desapegar dos mecanismos da mente e suas projeções, desejos e medos, iremos sair de um buraco somente para cair num outro. A terapia, portanto, deve andar de mãos dadas com o processo de desidentificação e testemunho, conhecido como meditação.

No final dos anos 70, a comuna em Puna abrigava o maior centro de terapia e crescimento do mundo, e milhares de pessoas vinham participar dos grupos de terapia e meditação, sentar com Osho em seus discursos diários e contribuir com a vida da comuna. Alguns retornavam a seus países e estabeleciam centros de meditação.
De 1981 a 1985, o experimento de comuna ocorreu nos Estados Unidos, numa região de mais de duzentos quilômetros quadrados, no alto deserto do Oregon. A ênfase primordial da vida da comuna era construir a cidade de Rajeeshpuram, um "oásis no deserto". E num período de tempo milagrosamente curto, a comuna construiu casas para cinco mil pessoas e começou a reverter décadas de estragos - devido ao excessivo uso da terra - restaurando riachos, construindo lagos e reservatórios, desenvolvendo uma agricultura auto-suficiente e plantando milhares de árvores.
Em Rajneeshpuram, meditações e programas de terapia aconteciam na Rajneesh International Meditation University. As facilidades modernas construídas para a Universidade e seu meio ambiente acolhedor possibilitaram profundidade e expansão de seus programas, o que antes não era possível. Cursos e treinamentos de longa duração foram desenvolvidos, e atraíram um grande número de participantes, incluindo muitos que já eram profissionais, mas que desejavam expandir suas habilidades e o entendimento de si mesmos.

No final de 1985, contudo, a oposição do governo local e federal a Osho e à comuna tornou impossível a continuação do experimento. A comuna foi dispersa e Osho encaminhou-se para um tour pelo mundo, concedendo entrevistas à imprensa e proferindo discursos para discípulos no Himalaia, na Grécia e no Uruguai, antes de retornar à Índia, em meados de 1986.
Em janeiro de 1987, Osho restabeleceu-se em Puna, proferindo discursos duas vezes ao dia. No prazo de alguns meses a comuna de Puna começou um programa completo de atividades e se expandiu muito mais do que anteriormente. Foi mantido o padrão de facilidades modernas estabelecido nos Estados Unidos, e Osho deixou claro que a nova comuna de Puna deveria ser um oásis do século XXI, mesmo na Índia subdesenvolvida. Mais e mais pessoas vinham do Oriente, particularmente do Japão, e suas presenças trouxeram um enriquecimento correspondente nos programas de cura e de artes marciais. Artes visuais e de performance também floresceram, juntamente com a nova Escola de Mistério. A diversidade e a expansão refletiram-se na escolha, por Osho, do nome Multiversidade, que abrigava todos os programas.
E a ênfase na meditação fortaleceu-se ainda mais - esse era um tema constantemente abordado nos discursos de Osho, e ele desenvolveu e introduziu muitos novos grupos de meditação, incluindo a No-Mind, a Rosa Mística e o Born Again.
Cerca de nove meses antes de deixar seu corpo, Osho ditou a inscrição para o seu samadhi, a cripta de mármore e espelho que contém suas cinzas.

Osho - nunca nasceu, nunca morreu.
Apenas visitou este planeta Terra entre
11 de Dezembro de 1931 e 19 de Janeiro de 1990.

Fonte: http://www.oshobrasil.com.br

criado por mil.barsan    20:39 — Arquivado em: filosofia e reflexão, osho

11.10.08

TORNE-SE SEU PRÓPRIO GUIA INTERIOR

Sempre que estiver confuso numa situação e não estiver sabendo como sair fora dela, não pense; simplesmente permaneça em um profundo estado de não-pensar e permita que o seu guia interior o conduza.

 

No começo você se sentirá com medo, inseguro, mas logo, quando você chegar sempre à conclusão certa, quando chegar sempre à porta certa, você juntará coragem e se tornará confiante.Se esta confiança acontece, eu chamo isso de fé. Isso é realmente fé religiosa – a confiança no guia interior. A razão é parte do ego.

 

É você acreditando em você. No momento em que você vai mais fundo dentro de você, você chega à própria alma do universo. Seu guia interior faz parte da direção divina.

 

 Quando você o segue, você segue o Divino; quando você segue a si mesmo, você está complicando as coisas, e você não sabe o que você está fazendo. Você pode se achar muito sábio. Você não é. A sabedoria vem do coração, não é do intelecto. A sabedoria vem da mais recôndita profundidade de seu ser, não é da cabeça.

 

 Corte fora a cabeça, fique sem cabeça – e siga seu ser, para o que quer que ele o conduza, para onde quer que ele o leve. Mesmo que ele o leve para o perigo, entre no perigo, porque esse será o caminho para você e para o seu crescimento. Através desse perigo você crescerá e se tornará maduro".

 Osho: Trecho de The Book of Secrets.

criado por mil.barsan    20:24 — Arquivado em: osho

Relacionamentos - Osho

Perguntaram a Osho porque eram tão difíceis os relacionamentos.

Resposta: ”Porque vocês ainda não são. Há um vazio interior e o medo de que, se se relacionar com alguém, mais cedo ou mais tarde, esse vazio seja exposto. E assim, parece mais seguro manter uma certa distância em relação às pessoas; ao menos pode fingir que é.
O relacionamento só é possível entre duas pessoas realizadas. O relacionamento é uma das melhores coisas da vida: significa amor, significa partilhar. Mas antes de poder partilhar é preciso ter. E antes de você poder amar, precisa de estar cheio de amor, a transbordar de amor.
Duas sementes não podem relacionar-se, elas estão fechadas. Duas flores podem relacionar-se: estão abertas, podem transmitir as suas fragrâncias para a outra, podem dançar sob o mesmo sol e com o mesmo vento, podem ter um diálogo, podem sussurrar. Mas isso não é possível com duas sementes. As sementes estão completamente fechadas, sem nenhuma janela – como é que poderiam relacionar-se?
E é esta a situação. As pessoas nascem com a forma de semente; podem tornar-se flores ou não. Tudo depende de si, do que faz consigo; tudo depende de você crescer ou não. A escolha é sua – e a cada momento é preciso enfrentar essa escolha; a cada momento você está numa encruzilhada.
Milhões de pessoas decidem não crescer. Continuam a ser sementes; continuam a ser possibilidades, nunca se tornam realidades. Elas não sabem o que é realizarem-se pelos seus próprios meios, não conhecem todo o seu potencial, não sabem nada acerca do ser. Vivem completamente vazias, morrem completamente vazias. Como podem relacionar-se?
Isso seria exporem-se – a sua nudez, a sua fealdade, o seu vazio. Parece mais seguro manterem-se afastadas. Até mesmo os amantes mantêm a distância; só vão até certo ponto e mantêm-se alerta para saberem quando devem voltar atrás. Têm fronteiras; nunca atravessam as fronteiras, permanecem confinados nas suas fronteiras. Sim, há uma espécie de relação, mas que envolve a posse em vez dum relacionamento.
O marido possui a mulher, a mulher possui o marido, os pais possuem os filhos e por aí fora. Mas possuir não é relacionar-se. De facto, possuir é destruir todas as hipóteses de relacionamento.
Se você se relacionar, você respeita; não pode possuir. Se você se relacionar, há uma grande reverência; vocês tornam-se muito próximos – muito, muito próximos, alcançam uma profunda intimidade, quase se sobrepõem. Você não interfere com a liberdade do outro, o outro continua a ser um indivíduo independente. A relação é do tipo “eu/tu” e não do tipo “eu/isto” – sobrepõem-se, interpenetram-se, mas mantém-se de certa forma independentes.
Dois amantes suportam algo invisível e algo imensamente valioso: uma certa poesia do ser, uma certa música ouvida nos recantos mais profundos da sua existência. Suportam a mesma harmonia, mas continuam independentes. Podem expor-se ao outro, porque não há medo. Eles sabem que “são”. Eles conhecem a sua beleza interior, conhecem o seu perfume interior; não há medo.
Mas normalmente o medo existe, porque você não tem qualquer perfume. Se se expuser, irá simplesmente cheirar mal. Emanará um cheiro de inveja, ódio, raiva, luxúria. Não terá o perfume do amor, da oração, da compaixão.
Milhões de pessoas decidiram continuar a ser sementes. Porquê? Quando podem tornar-se flores e dançar ao vento e ao sol e ao luar, por que é que decidiram continuar a ser sementes? Há uma razão para a sua decisão: a semente é mais segura do que a flor. A flor é frágil. A semente não é frágil, a semente parece forte. A flor pode ser destruída facilmente pelo vento forte. A semente não pode ser tão facilmente destruída pelo vento, a semente está muito protegida, muito segura. A flor está exposta – é uma coisa delicada e está exposta a perigos constantes. Mas a semente é segura: é por isso que milhões de pessoas decidiram continuar sementes. Mas continuar a ser uma semente é continuar morto, continuar a ser uma semente é não viver. É seguro, certamente que é, mas não tem vida. A morte é segurança, a vida é insegurança. Uma pessoa que queira realmente viver tem de correr perigo, constantemente. Uma pessoa que queira alcançar o cume tem de correr o risco de se perder. Uma pessoa que queira subir aos picos mais altos tem de correr o risco de cair de algum lugar, de escorregar.
Quanto maior for o desejo de crescer, mais o perigo tem de ser aceite. O homem real aceita o perigo como sendo o seu estilo de vida e o seu próprio clima de crescimento. Primeiro sejam. Depois, tudo o resto é possível.
Ser é um requisito básico. Se você for, a coragem surge como consequência disso. Se você for, surgirá um grande desejo de aventura, um grande desejo de explorar – e quando você estiver pronto para explorar, conseguirá relacionar-se. Relacionar-se é explorar – explorar a consciência do outro, explorar o território do outro. Mas quando você explora o território do outro, tem de deixar e aceitar que o outro o explora a si; não pode ser um caminho unidireccional. E você só poderá permitir que o outro o explore quando tiver alguma coisa, algum tesouro, dentro de si. Então não haverá medo. De facto, você convida a pessoa, você recebe a pessoa, convida-a a entrar, você quer que ela entre. Você quer que ela descubra o que você descobriu dentro de si mesmo, você quer partilhar isso.
Primeiro seja, depois poderá relacionar-se – e lembre-se: o relacionamento é bonito. Mas primeiro seja. Uma pessoa feliz, cujas energias começam a transbordar, que se torna uma flor, tem de se relacionar. Não é uma coisa que tenha de aprender a fazer, é uma coisa que começa a acontecer. Mas descubra primeiro o seu centro. Antes de poder relacionar-se com qualquer pessoa, relacione-se consigo mesmo. É esse o requisito básico que tem de ser preenchido. Sem ele, nada é possível. Com ele, nada é impossível.”

Que bom se todos procurássemos compreender-nos e encontrar dentro de nós o tal tesouro para partilhar com os outros. Isto não é um catecismo, nem eu gosto de catecismos ou de gurus. Simplesmente, serve para reflectir, para aprender a viver. Nunca se é suficientemente velho para aprender a viver melhor, de um modo mais verdadeiro e mais afectuoso. Que bom se, cada um de nós, fosse uma flor frágil, que não quer ser semente.

criado por mil.barsan    19:56 — Arquivado em: osho

1.10.08

Desobediencia, Confusão, Concessões , ( Osho ) I

"Obediencia"

A obediencia não precisa de inteligencia. Todas a maquinas são obedientes. A obediencia tira-lhe o peso de qualquer responsabilidade, pois esta fica com a fonte de onde a ordem vem. Assim, você é muito livre: não pode ser condenado pela sua ação. A desobediência é uma grande revolução. É assumir responsabilidade sobre si mesmo.

 

"Confusão"

A confusão é uma grande oportunidade. O problema com as pessoas que não estão confusas é grande. Se você está realmente confuso, você está abençoado. Agora, alguma coisa é possivel: você está no limiar.

 

"Concessão"

Lembre-se de nunca fazer concessões. Veja as pessoas: elas são infelizes porque fizeram concessões em todos os pontos e não podem se perdoar por tê-las feito. Elas sabem que poderiam ter arriscado, mas se mostram covardes, aos seus próprios olhos caíram, perderam o auto respeito. É isso o que causa fazer concessões. Uma vez você tenha experienciado a beleza de não fazer concessões e a dignidade, a integridade e individualidade que isso traz, pela primeira vez  você sentirá que tem raízes, que vive a partir de um centro que é o seu próprio.

 

"Mente"

A mente não tem relação com a existência, com a vida, com a realidade. A mente em si mesma é uma ficção

 

"Purificar"

Primeiro você tem que dançar, pois na dança sua couraça cai. Primeiro tem que gritar de alegria e cantar, para que a vida se torne mais vital. Primeiro tem que fazer catarses, para que tudo o que você reprimiu seja expulso e o corpo se purifique das toxinas e dos venenos, para que a psique também seja purificada dos traumas e das feridas.

criado por mil.barsan    21:33 — Arquivado em: filosofia e reflexão, milka, osho

Meditação

Uma pessoa que não está em contato com seu corpo, nunca pode estar em contato com seu espirito, porque esta é uma região mais profunda.

 

Você não tem consciência do espiritual porque tem muita tensão no corpo e muita tensão na mente. A tensão corporal foi criada por aqueles que, em nome da religião, estiveram pregando atitudes anticorporais.

"Osho Rajneesh - A Arte do Extase"

criado por mil.barsan    20:22 — Arquivado em: osho

Posts mais antigos »

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://milkasantosmilka.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.