Milka: Numerologia & Sustentabilidade Pessoal

sustentabilidade pessoalnumerologia interdimensional

31.10.08

As circunstâncias mudam, o seu propósito permance

As circunstâncias mudam, mas o seu propósito permanece constante.

Conhecer o seu  propósito pod salvar sua vida. A única coisa com que nós podemos contar na vida é a mudança. Independente de quão bem preparados você pensa que está, quando você menos espera, a vida o golpeará com algumas surpresas. Algumas golpes são menores, e alguns são bastante dramáticos. Isso provavelmente aconteceu com você uma ou duas vezes, ou com alguém que você conhece. Pense no grande número de pessoas que se sentiam totalmente seguras a respeito de seus investimentos até 10 de setembro de 2001.

Elas podiam lhe dizer qual seria o valor da sua aposentadoria, até mesmo os centavos; sua segurança estava garantida. Mas houve acaso algum planejamento financeiro que tivesse levado em consideração o que aconteceu em 11 de setembro ? Dentro de um curto intervalo de tempo, investimentos que até então estavam em segurança falharam, empresas de investimentos faliram, corporações inteiras no período que se seguiu à tragédia, planos de aposentadoria perderam o seu valor e os aposentados foram  forçados a procurar trabalho. As pessoas descobriram que a segurança é realmente ilusória.

Apesar dos obstáculos que a vida pode colocar em seu caminho de vez em quando, compreender o seu proposito o centralizará e o manterá centralizado em seu verdadeiro ser, que é a verdadeira fonte de seu poder e de sua segurança. Você aprende a contar com sua própria força interior, e não com pessoas ou coisas que estão fora de seu centro. Você não precisa mais se colocar às ordens de outras pessoas porque você está centrado em si mesmo, o que não significa egoísmo; você está arraigado e alicerçado na sua verdadeira natureza.

Como disse MInot Simons: " Nenhuma filosofia do prazer, nenhuma sensualidade, nenhum cargo nem poder, nenhum sucesso material pode, nem por um momento, proporcionar uma satisfação interior comparável à sensação de viver para um bom próposito".

Texto Extraído do Livro Decifrando o Código da Alma / Robert Norton & Richard Southern

criado por mil.barsan    12:55 — Arquivado em: filosofia e reflexão, numerologia sustentavel interdimensional, sustentabilidade

15.10.08

Meu amor incondicional à Todos Vocês.

 Abençõe a si, abençõe a todos ao seu redor.

Abençõe ao planeta terra.

Levante de sua cama deixando sair de seus labios a frase:

Sou grato por ter acordado, por iniciar o dia e por tudo que gira em torno da terra a meu favor, que todos nós sejamos abençoados com o amor incondicional, com o despertar da consciência.

É minha demonstração de amor, respeito, alegria, gratidão por todo o Universo agora - Muito Agradecida estou e continuarei. Assim é.

criado por mil.barsan    13:43 — Arquivado em: Gratidão, milka

13.10.08

A historia da Bela Adormecida - A questão do Tempo

Por  Anselm Grun & Ramona Robben

texto retirado da página 45/46 do livro:  Estabelecer Limites, Respeitar Limites - "AMO MUITO"

 

No conto da Bela Adormecida deparmo-nos com um exemplo parecido de limite. A bela adormecida é amaldiçoada por uma mulher sábia: deve ferir-se em uma roda de fiar aos quinze anos e por isso morrer. Uma segunda mulher pode apenas atenuar a maldição, transformando a morte em um sono que dura cem anos. Apesar da precaução dos pais de afastar todas as rodas de fiar, a menina é lançada ao destino. Não apenas ela adormece, mas o castelo inteiro: os pais os empregados e até os animais. Cresce uma floresta de espinhos em volta do castelo. Vários príncipes tentam ultrapassar essa floresta, pois desejam libertar a bela adormecida, da qual se diz ser a mulher mais bonita que se possa imaginar. Os pretendentes, porém perecem lamentosamente na floresta. Após cem anos um homem destemido consegu ultrapassar o limite. Os espinhos transformam-se em flores belas e o deixam entrar.

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Aqui também se trata de um limite. Ao completar quinze anos a menina entra em contato com sua sexualidade e nela se fere. Por isso necessita de uma floresta de espinhos em torno de si. Por um lado deseja o relacionamento homem, mas por outro se defende. Teme ser ferida novamente e assim opta por ferir aqueles que querem conquistar-lhe. Algumas meninas criam uma floresta de espinhos em torno de si, mas é justamente isso que atrai os homens. Porém, logo que um deles se aproxime demasiadamente, elas se recolhem por trás de um muro impenetrável.

A floresta de espinhos também simboliza um limite em relação ao tempo. Aos quinze anos a menina ainda não está madura o suficiente para lidar de forma correta com a roda de fiar. Precisa dormir cem anos, antes de se tornar madura para o amor. O número cem representa totalidade. Somente após a bela adormecida tornar-se quem ela realmente é, o pretendente pode aproximar-se dela. O limite da floresta de espinhos concede-lhe o espaço protetor necessário para o amadurecimento. Após cem anos os espinhos transformam-se em flores, convidando o pretendente a abrir um camimho até a bela adormecida.

 

Não raro deparamo-nos com limites em relação ao tempo e estes precisam ser considerados por nós. Tentamos obter as coisas a força, o que não nos leva a lugar algum. Precisamos esperar a hora certa. Isso se aplica ao amor entre homem e mulher, mas vale também para passos importantes na vida. Às vezes precisamos esperar a hora certa de uma decisão. Nessa situação vale preservar o limite relacionado com o tempo, caso contrário permaneceremos, conforme o conto, presos aos espinhos. Ferimos a nós mesmos à medida que ruminamos os nossos problemas ou quando tentamos forçar alguma decisão de forma violenta.

criado por mil.barsan    18:11 — Arquivado em: Etica/ Códigos, filosofia e reflexão, milka, parabolas, sustentabilidade

Estabelecer Limites & Respeitar Limites

Fonte do livro Estabelecer Limites e Respeitar Limites

Autores: Anselm Grun & Ramona Robben

 

Romanos e gregos atribuem um carater sagrado ao limite, fato este que pode ser reconhecido pela raiz etimológica da palavra sagrado. Em latim sanctus - significa - delimitar. Sagrado é aquilo que se encontra claramente delimitado.

 

O sagrado não é acessível a todos.  O sagrado é o que está fora do alcance do mundo, sobre o qual este não possui poder. Segundo os gregos somente o sagrado cura, mas quando o sagrado não possui limites claros, ele periga ser dissolvido.

 

Os romanos tinha diversas designações para o limite. Significa "finis" o que por sua vez significa final. O alcance de poder do rei e o direito de uso do vizinho terminam no limite. O limite também me lembra do fim das minhas próprias capacidades e possibilidades.

 

O respeito em relação ao limite externo é importante também para alma humana. O homem necessita da proteção dos limites para não se dissolver internamente e manter a identidade. O limite nos protege.

 

O homem necessita do carater sagrado de seu limite, pois somente assim encontrará a si mesmo e se tornará intacto e inteiro. Trata-se de uma condição importante para a felicidade e cura do ser humano. Cada um é responsável pelo seu limite.

 

Permancer consigo mesmo: quando estamos centrados os nossos limites estão mais protegidos.

Frenquentemente permitimos que as expectativas e os julgamentos dos outros nos determinem. Não assumimos aquilo que julgamos certo. Tão logo a opinião alheia passe a exercer pressão demasiadamente grande, abandonamos o nosso próprio território. Adaptamo-nos em consideração à opiniões alheias, perdendo assim o nosso próprio contorno. Desfazemo-nos e perdemos nosso amor próprio. Perdemos a sensibilidade em relação aquilo que realmente desejamos. Não estamos mais em contato com o nosso sentimento interno. Permitimos que os outros prescrevam o que devemos sentir e agir. Admitimos dessa fomra, no entanto, nos afastamos cada vez de nós mesmos e o outro ultrapasse os nossos limites e determine o nosso território.

 

Quando você estabelece seu limite - centramento interno - você começa agir com uma liberdade interna e não se sente sob pressão de dar satisfação aos outros.

Fiz uma adaptação de vários capitulos do referido livro - que vale muito o valor da leitura - principalmente para quem tem algum tipo de preconceito contra Osho - achando que é misticismo.

 

Tem uma passagem sobre Buda muito interessante:

Ele estava a passar por uma aldeia até chegar em outro povoado. Enquanto ele passava algumas pessoas o insultavam, gritavam.

 

Seus "discipulos" diziam: Buda- faça alguma coisa !!

Buda apenas expressou: Falem tudo o que puderem, caso não dê tempo na volta passarei por aqui novamente para terminarem. O que vocês falam, a forma que vocês agem é um assunto de vocês - não tem nada haver comigo, não tem nada  haver com meu "eu interno" . Nada externo tem poder sobre mim e não podem afetar-me !!!

 

Também temos o exemplo de Jesus Cristo que muitas vezes foi pressionado e testado publicamente pelos sacerdotes e fariseus e nunca permitiu que o tirassem do seu próprio centro. Devolvia as perguntas e insultos com outra pergunta.

 

A pessoa que não delimita seu espaço, sua alma perde seu limite - pois não conseguem mais defender-se dos outros ( externo e nem de si próprio ) -  Chama-se de doença o fato de não saber mais como delimitar o seu espaço, acreditando que qualquer coisa negativa de seu entorno refer-se a ele. Absorve tudo e se infecta com o que há de mais nocivo a sua volta.

 

Para essas pessoas não serve a compaixão infelizmente, serve a frase de Jesus Cristo: " Pega sua cama, levanta e anda "

Porque não serve a compaixão ?  A pessoa começaria a contar a vida inteira, reclamar etc.

O homem tem capacidade de andar com seus proprios pés.

A cama que Jesus referia-se  representa a insegurança e doença. Deve a partir daquele momento carregá-lo debaixo do braço. A doença a fraqueza e a inibição não devem impedir que ele viva. Ao invés disso o homem precisa lidar de forma diferente com os seus bloqueios, de forma lúdica - levando o leito/cama para passear. Jesus não precisa mergulhar o doente na água para obter cura, antes o coloca em contato com sua própria fonte interna, fonte esta que borbulha desde sempre dentro dele.

 

 At. adaptei resumidamente vários capitulos do livro - o caso da passagem do buda foi retirado do livro Consciência de Osho e também adaptado resumidamente.

criado por mil.barsan    17:46 — Arquivado em: filosofia e reflexão, sustentabilidade

12.10.08

Apenas feche a boca

"A boca é realmente muito, muito significativa, porque é onde a primeira atividade começou: seus lábios começaram a primeira atividade. Ao redor da área da boca está o princípio de toda actividade: você respirou, você chorou, você abocanhou os seios da mãe. E sua boca permanece sempre em plena atividade.

Sempre que você se acomoda para meditar, sempre que quiser ficar em silêncio, a primeira coisa é fechar a boca completamente. Se você fechar completamente a boca, a sua língua irá tocar o céu da sua boca; ambos os lábios estarão completamente fechados e a língua tocará o céu da boca. Feche-a totalmente; mas isso só pode ser feito se tiver seguido tudo que lhe tenho dito, não antes disso.

Você pode fazer isso; fechar a boca não é um esforço muito grande. Pode sentar-se como uma estátua, com a boca completamente fechada, mas isso não irá cessar a atividade. Bem lá dentro o pensar irá continuar e se o pensar continuar você pode sentir vibrações subtis nos lábios.

Outras pessoas podem não ser capazes de perceber isso porque elas são muito subtis, mas se você estiver pensando seus lábios tremem um pouco; um tremor muito subtil.

Quando realmente relaxa, esse tremor cessa. Você não está falando, você não está realizando qualquer atividade dentro de si. E assim, não pense.

O que irá fazer? - pensamentos estão indo e vindo. Deixe-os vir e ir; esse não é o problema. Você não se envolve; você permanece separado, à parte. Simplesmente os observa vindo e indo; eles não são seu problema. Feche a boca e permaneça em silêncio. Pouco a pouco, os pensamentos cessarão automaticamente.

Eles precisam da sua cooperação para estar lá. Se você cooperar, eles estarão lá; se você luta, assim também eles estarão presentes; porque ambas são cooperações: uma a favor, outra contra. Ambas são tipos de atividade. Simplesmente observe.

Mas fechar a boca ajuda muito. Então primeiro, como tenho observado muitas pessoas, vou lhe sugerir primeiro escancarar. Abra a sua boca tão escancaradamente quanto possível, deixe a sua boca tão tensa quanto possível e escancare-a totalmente; até começar a doer. Faça isso duas ou três vezes. Isso ajudará a boca a ficar fechada por um tempo mais longo.

E então por dois ou três minutos, diga gibberish, bobagens, em voz alta. Qualquer coisa que ocorra à mente, diga-o em alta voz e desfrute disso. Então cale a boca.

É mais fácil mover-se a partir do lado oposto. Se você quer relaxar a sua mão, é melhor primeiro torná-la tão tensa quanto possível. Aperte o punho e deixe-o ficar tão tenso quanto possível. Faça exatamente o oposto e então relaxe; e assim alcançará um relaxamento mais profundo do sistema nervoso.

Faça gestos, caretas, movimentos da face e distorções. Escancare a boca, diga bobagens por dois ou três minutos e então cale a boca.

Essa tensão lhe dará uma possibilidade mais profunda para relaxar os lábios e a boca. Feche a boca e seja apenas um observador. Logo um silêncio descerá sobre si.

Seja passivo; assim como você senta ao lado de um rio e o rio passa e simplesmente observa. Não há nenhuma ansiedade, nenhuma urgência, nenhuma emergência. Ninguém o está forçando. Mesmo se você perde, nada está perdido.

Você simplesmente observa, você apenas olha. Até mesmo a palavra observar não é boa, porque a própria palavra observar dá um sentido de estar ativo. Você simplesmente olha, não tendo que fazer nada. Você simplesmente senta à beira do rio, você olha, e o rio passa. Ou, você olha passivamente para o céu e as nuvens flutuam.

Essa passividade é essencial. Isso precisa ser compreendido devido a que a sua obsessão pela atividade pode se tornar avidez, pode se transformar numa espera ativa. Assim você perde todo o ponto; dessa forma, a actividade entrou novamente pela porta dos fundos. Seja um observador passivo.

Essa passividade irá automaticamente esvaziar a sua mente. As ondas de atividade, as ondas de energia da mente, pouco a pouco cederão, e toda a superfície da sua consciência ficará sem ondas, sem qualquer ondulação. Ela se torna como um espelho silencioso".

por Osho, Extraído de "Tantra: The Supreme Understanding"

criado por mil.barsan    21:33 — Arquivado em: osho

Amor

"O amor dá-lhe a substância ,o amor dá-lhe a integridade,o amor fá-lo centrar-se.Mas isso é apenas metade da jornada;a outra metade tem de ser completada com meditação,com consciência.

Contudo,o amor prpara-o para a outra metade.O amor é a metade inicial e a consciência é a metade final.Entre os dois,você alcança Deus.Entre o amor e a consciência,entre essas duas margens,corre o rio do ser.

Não evite o amor.Passe por ele,apesar de todos os seus sofrimentos.Sim,o amor faz doer,mas se você amar isso não tem importância.Na realidade,todos esses sofrimentos o fortalecem.Por vezes,o amor faz doer seriamente,terrívelmente,mas todas essas feridas são necessárias para o provocar,para o desafiar,para fazer com que você seja menos sonolento.Todas essas situações perigosas são necessárias para você ficar vigilante.O amor prepara o solo,e no solo do amor a semente da meditação pode crescer - mas´só no solo do amor.

Por isso,aqueles que fogem do mundo porque têm medo nunca atingirão a meditação.Poderão sentar-se nas grutas dos Himalaias durante vidas a fio,mas nunca alcançarão a meditação.Não é possível - não a ganharam.primeiro,ela tem de ser ganha no mundo;primeiro eles têm de preparar o solo.E é só o amor que prepara o solo.

daí que eu insista em que não renuncie ao mundo.Esteja nele,aceite os desafios,aceite os seus perigos,as suas dores e feridas.Atravesse-o.Não o evite,não tente descobrir um atalho,poi não existe nenhum.É uma luta,é árduo,é difícil subir a montanha,mas é assim que se chega ao cimo.

Tirado do livro de Osho com o título:
MATURIDADE a importância de ser autêntico

criado por mil.barsan    21:26 — Arquivado em: osho

O homem se viciou em coisas pequenas

Barbatana escreve "Certo homem estava muito doente. A doença era tão grave que ele sentia continuamente os olhos estourando e os ouvidos tinindo - o tempo todo. Aos poucos ele foi enlouquecendo, porque isso acontecia vinte e quatro horas por dia.

Ele não podia dormir, não podia trabalhar; então foi consultar os médicos.

Um médico lhe disse: "Remova o apêndice" - e o apêndice foi removido mas nada aconteceu. Outro surgiu: "Extraia todos os dentes", e todos os dentes foram extraídos. Nada aconteceu; o homem simplesmente ficou mais velho. Então alguém sugeriu que suas amídalas fossem removidas (há milhões de pessoas que querem sugerir coisas e, se você lhes der ouvidos, acabarão matando-o). Suas amídalas foram removidas e tudo continuou como antes. Então ele consultou o médico mais famoso, o mais conhecido.

O doutor deu o seguinte diagnóstico: "Não se pode fazer nada, porque a causa não pode ser encontrada. Você viverá no máximo mais seis meses. Preciso ser franco com você, porque tudo o que poderia ser feito já se fez. Não há mais nada a fazer".

O homem saiu do consultório e pensou: "Se eu só tenho seis meses de vida, então porque não vivê-los bem?" Ele era um miserável, nunca tinha vivido; então comprou um carro mais caro e mais moderno, a casa mais bonita, encomendou trinta ternos e mandou fazer camisas novas sob medida.

Foi ao alfaiate tirar suas medidas e este lhe disse: "Trinta e seis de punho e dezesseis de colarinho".O homem disse:" Não, quinze, eu sempre usei quinze"O alfaiate mediu outra vez e disse: "Dezesseis!" O homem disse: " Mas eu sempre usei quinze." O alfaiate disse: "Está bem, seja como você quiser, mas eu lhe digo: você ficará com os olhos estourando e os ouvidos tinindo". - essa era a razão de toda a sua doença!

Você não está perdendo o Divino por grandes causas. Não! Apenas um colarinho quinze - e os olhos não podem ver, porque estão estourando; e os ouvidos não podem ouvir, porque estão tinindo. A causa da doença do homem é simples, ele se viciou em coisas pequenas.

Livro: "A Semente de Mostarda - Vol. I" - Osho

criado por mil.barsan    21:19 — Arquivado em: osho, parabolas

10 Mandamentos de Osho

Em 1970 perguntaram a Osho pelos seus 10 mandamentos.

Esta foi sua resposta:

Você pergunta pelos meus dez mandamentos. Isso é muito difícil, porque eu sou contra qualquer tipo de mandamento. Todavia, só pela brincadeira, eu estabeleço o que se segue:

1. Não obedeça a ordens, exceto àquelas que venham de dentro.

2. O único Deus é a própria vida.

3. A verdade está dentro, não a procure em nenhum outro lugar.

4. O amor é a oração.

5. O vazio é a porta para a verdade, é o meio, o fim e a realização.

6. A vida é aqui e agora.

7. Viva completamente acordado.

8. Não nade, flutue.

9. Morra a cada momento para que você possa se renovar a cada momento.

10.Pare de buscar. O que é, é: pare e veja.

criado por mil.barsan    20:59 — Arquivado em: Etica/ Códigos, osho, sustentabilidade

Quem foi Osho ?

Desde sua infância, na Índia, estava claro que Osho não seguiria as convenções do mundo à sua volta. Passou os primeiros sete anos de sua vida com seus avós maternos, que lhe permitiram liberdade de ser ele mesmo, da qual poucas crianças desfrutam. Ele era uma criança solitária, preferindo passar longas horas sentado em silêncio ao lado de um lago, ou explorar as redondezas sozinho. A morte de seu avô materno, diz ele, teve um efeito profundo em sua vida interior, provocando-lhe uma determinação de descobrir o imortal da vida. Ao se juntar à crescente família de seus pais e entrar na escola, estava firmemente fundamentado na clareza e no senso de si mesmo, que lhe deram a coragem de desafiar todas as tentativas dos mais velhos de moldarem a sua vida.
Ele nunca fugia de controvérsias. Para Osho, a verdade não pode fazer concessões, pois assim deixa de ser verdade. E a verdade não é uma crença, mas uma experiência. Ele nunca pede às pessoas para acreditarem no que ele diz, mas, ao contrário, pede que experimentem e percebam por si mesmas se o que ele está dizendo é verdadeiro ou não. Ao mesmo tempo, ele é implacável ao encontrar meios e maneiras de revelar o que as crenças de fato são - meros consolos para amenizar nossas ansiedades frente ao desconhecido, e barreiras para o encontro de uma realidade misteriosa e inexplorada.

Após sua iluminação, aos vinte e um anos de idade, Osho completou seus estudos acadêmicos e passou vários anos ensinando filosofia na Universidade de Jabalpur. Enquanto isso, viajava pela Índia proferindo palestras, desafiando líderes religiosos ortodoxos, em debates públicos e encontrando pessoas de todas as posições sociais. Ele leu extensivamente tudo o que pôde encontrar para expandir sua compreensão dos sistemas de crença e da psicologia do homem contemporâneo.
No final da década de 60, Osho começou a desenvolver suas técnicas de meditação ativa. O ser humano moderno, ele disse, está tão sobrecarregado com as tradições antiquadas do passado e com as ansiedades da vida moderna, que precisa passar por um profundo processo de limpeza antes de poder descobrir o estado de meditação relaxado e sem pensamento.

Começou a conduzir campos de meditação por toda a Índia, proferindo discursos aos participantes e orientando pessoalmente meditações por ele desenvolvidas.
No início dos anos 70 os primeiros ocidentais começaram a ouvir falar de Osho, e juntaram-se ao crescente número de indianos que foram iniciados por ele no neo-sannyas. Em 1974, uma comuna estabeleceu-se à volta de Osho, em Puna, Índia, e logo os poucos visitantes do Ocidente tornaram-se bastante numerosos. Muitos eram terapeutas que se deparavam com as limitações das terapias ocidentais e que procuravam uma abordagem que pudesse alcançar e transformar as profundezas da psique humana. Osho os encorajou a contribuírem com suas habilidades à comuna e trabalhou intimamente com eles para desenvolverem suas terapias no contexto da meditação.
O problema com as terapias desenvolvidas no Ocidente, ele disse, é que elas estão limitadas a tentar tratar a mente, enquanto que o Oriente há muito compreendeu que a própria mente, ou melhor, nossa identificação com ela, é o problema. As terapias podem ser úteis - como os estágios catárticos das meditações que desenvolveu - para aliviar as pessoas de suas emoções e medos reprimidos, e para auxiliá-las a se perceberem mais claramente. Porém, a não ser que comecemos a nos desapegar dos mecanismos da mente e suas projeções, desejos e medos, iremos sair de um buraco somente para cair num outro. A terapia, portanto, deve andar de mãos dadas com o processo de desidentificação e testemunho, conhecido como meditação.

No final dos anos 70, a comuna em Puna abrigava o maior centro de terapia e crescimento do mundo, e milhares de pessoas vinham participar dos grupos de terapia e meditação, sentar com Osho em seus discursos diários e contribuir com a vida da comuna. Alguns retornavam a seus países e estabeleciam centros de meditação.
De 1981 a 1985, o experimento de comuna ocorreu nos Estados Unidos, numa região de mais de duzentos quilômetros quadrados, no alto deserto do Oregon. A ênfase primordial da vida da comuna era construir a cidade de Rajeeshpuram, um "oásis no deserto". E num período de tempo milagrosamente curto, a comuna construiu casas para cinco mil pessoas e começou a reverter décadas de estragos - devido ao excessivo uso da terra - restaurando riachos, construindo lagos e reservatórios, desenvolvendo uma agricultura auto-suficiente e plantando milhares de árvores.
Em Rajneeshpuram, meditações e programas de terapia aconteciam na Rajneesh International Meditation University. As facilidades modernas construídas para a Universidade e seu meio ambiente acolhedor possibilitaram profundidade e expansão de seus programas, o que antes não era possível. Cursos e treinamentos de longa duração foram desenvolvidos, e atraíram um grande número de participantes, incluindo muitos que já eram profissionais, mas que desejavam expandir suas habilidades e o entendimento de si mesmos.

No final de 1985, contudo, a oposição do governo local e federal a Osho e à comuna tornou impossível a continuação do experimento. A comuna foi dispersa e Osho encaminhou-se para um tour pelo mundo, concedendo entrevistas à imprensa e proferindo discursos para discípulos no Himalaia, na Grécia e no Uruguai, antes de retornar à Índia, em meados de 1986.
Em janeiro de 1987, Osho restabeleceu-se em Puna, proferindo discursos duas vezes ao dia. No prazo de alguns meses a comuna de Puna começou um programa completo de atividades e se expandiu muito mais do que anteriormente. Foi mantido o padrão de facilidades modernas estabelecido nos Estados Unidos, e Osho deixou claro que a nova comuna de Puna deveria ser um oásis do século XXI, mesmo na Índia subdesenvolvida. Mais e mais pessoas vinham do Oriente, particularmente do Japão, e suas presenças trouxeram um enriquecimento correspondente nos programas de cura e de artes marciais. Artes visuais e de performance também floresceram, juntamente com a nova Escola de Mistério. A diversidade e a expansão refletiram-se na escolha, por Osho, do nome Multiversidade, que abrigava todos os programas.
E a ênfase na meditação fortaleceu-se ainda mais - esse era um tema constantemente abordado nos discursos de Osho, e ele desenvolveu e introduziu muitos novos grupos de meditação, incluindo a No-Mind, a Rosa Mística e o Born Again.
Cerca de nove meses antes de deixar seu corpo, Osho ditou a inscrição para o seu samadhi, a cripta de mármore e espelho que contém suas cinzas.

Osho - nunca nasceu, nunca morreu.
Apenas visitou este planeta Terra entre
11 de Dezembro de 1931 e 19 de Janeiro de 1990.

Fonte: http://www.oshobrasil.com.br

criado por mil.barsan    20:39 — Arquivado em: filosofia e reflexão, osho

11.10.08

TORNE-SE SEU PRÓPRIO GUIA INTERIOR

Sempre que estiver confuso numa situação e não estiver sabendo como sair fora dela, não pense; simplesmente permaneça em um profundo estado de não-pensar e permita que o seu guia interior o conduza.

 

No começo você se sentirá com medo, inseguro, mas logo, quando você chegar sempre à conclusão certa, quando chegar sempre à porta certa, você juntará coragem e se tornará confiante.Se esta confiança acontece, eu chamo isso de fé. Isso é realmente fé religiosa – a confiança no guia interior. A razão é parte do ego.

 

É você acreditando em você. No momento em que você vai mais fundo dentro de você, você chega à própria alma do universo. Seu guia interior faz parte da direção divina.

 

 Quando você o segue, você segue o Divino; quando você segue a si mesmo, você está complicando as coisas, e você não sabe o que você está fazendo. Você pode se achar muito sábio. Você não é. A sabedoria vem do coração, não é do intelecto. A sabedoria vem da mais recôndita profundidade de seu ser, não é da cabeça.

 

 Corte fora a cabeça, fique sem cabeça – e siga seu ser, para o que quer que ele o conduza, para onde quer que ele o leve. Mesmo que ele o leve para o perigo, entre no perigo, porque esse será o caminho para você e para o seu crescimento. Através desse perigo você crescerá e se tornará maduro".

 Osho: Trecho de The Book of Secrets.

criado por mil.barsan    20:24 — Arquivado em: osho

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